Via de parto e repercussões sobre o assoalho pélvico

Alexandre Rodrigues Severo, Flávia Menezes, Fernanda Anversa Bresolin, Ester Vacaro, Letícia Fernandez Frigo, Nadiesca Taisa Filippin

Resumo


No Brasil, nascem todo o ano aproximadamente três milhões de crianças, das quais 98% em ambientes hospitalares. Independente da via de parto, tanto pela cesariana, como pelo parto natural (PN), repercussões podem ocorrer em nível tecidual sobre a força muscular e de mobilidade, principalmente relacionados ao sistema geniturinário dessas mulheres. Assim, o objetivo neste estudo foi realizar uma busca na literatura sobre artigos que tratem da relação entre o parto natural e a cesariana, com incontinência urinária (IU), incontinência anal (IA), força e mobilidade do assoalho pélvico. Para isso, foi realizada uma revisão integrativa da literatura, nos bancos de dados LILACS, Medline, PubMed, Scopus e PEDro, nos últimos dez anos. Foram encontrados quatro artigos, sendo que dois deles apresentam uma relação entre o tipo de parto e a provável predisposição ao desenvolvimento de alterações como incontinência urinária e fecal. Os outros dois estudos relacionam a predisposição a uma má orientação sobre a contração realizada durante o momento do parto. Os estudos sugerem uma relação entre a via de parto e a força muscular, mobilidade do assoalho pélvico e o desenvolvimento de alterações como incontinência urinária e fecal.

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