ALFONSO BRICEÑO O.F.M. (1587-1668) SOBRE A NOTÍCIA INTUITIVA E A DISTINÇÃO PRECISIVA - UMA “DIGRESSÃO” NA TEORIA METAFÍSICA DAS DISTINÇÕES

Roberto Hofmeister Pich

Resumo


O presente artigo é uma continuação de estudos anteriores sobre a teoria metafísica das distinções do mestre franciscano chileno Alfonso Briceño (1587-1668). Após expor de forma breve o que Briceño entende por “distinção” e por “distinção de razão”, dá-se atenção a uma “digressão”, pelo autor, sobre a “notícia intuitiva”, oriunda da tradição medieval scotista, e o possível vínculo gerador que ela possui com a “distinção de precisão” ou “distinção precisiva”. Os problemas de fundo são, de fato, o entendimento da “visão de Deus” e o tema da identidade entre essência divina e atributos. De qualquer forma, ganha-se com o estudo uma maior compreensão da cognição intuitiva na teoria do conhecimento do século 17 e uma revisão das condições para falar-se da existência de entes de razão e distinção de razão.

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